Powered By Blogger

sexta-feira, 6 de maio de 2011

A importância da inclusão
Download.Ilustração: Carole Henaff
Download
Ilustração: Carole Henaff
Pessoas com deficiências físicas, mentais ou sensoriais manifestam sua sexualidade tanto quanto os demais. O problema é que muitos os consideram "anormais" e, portanto, vêem essas atitudes também como anomalias, segundo o pesquisador Hugues Ribeiro, do Departamento de Educação Especial da Universidade Estadual Paulista em Marília (SP). Ele recomenda tratamento igual para todos, com abordagem adaptada ao tipo de deficiência do aluno.

■ Com alunos com deficiência mental, é preciso tornar as informações mais acessíveis e repeti-las várias vezes usando linguagem simples, material concreto ou exemplos. Caso um aluno insista em passar a mão nos colegas, por exemplo, fale que isso não pode ser feito sem a concordância da outra pessoa e que existem situações em que o toque é permitido e outras em que não. Para facilitar a compreensão, mostre gravuras de cenas do cotidiano e pergunte em quais tocar é permitido. No consultório, o médico pode examinar o paciente? E no ônibus, um passageiro pode passar a mão nos outros? Entre dois namorados isso é aceitável? E com os colegas da escola?

■ Geralmente quem tem deficiência física apresenta auto-estima corporal baixa por não se enquadrar no "padrão de beleza". Falar do corpo, para eles, costuma ser difícil. Ajude- os contando histórias de pessoas com deficiência que se realizaram pessoal e profissionalmente. E adapte as atividades de sala de aula para incluí-los.

■ Alunos com deficiência visual precisam de material concreto para manipular, como modelos dos órgãos sexuais e esquemas em alto-relevo.

■ Já quem tem deficiência auditiva nem sempre consegue explicar suas dúvidas para o educador, que muitas vezes tem dificuldade para transmitir as informações a eles. A solução é usar muitas figuras, diagramas e esquemas para facilitar a visualização e a assimilação dos conteúdos.
Gravidez e aids
Download.Ilustração: Carole Henaff
Download
Ilustração: Carole Henaff
O futuro em suas mãos 

"O que eu vou ser quando crescer? Como será minha vida daqui a alguns anos?" Procurar respostas para perguntas como essas é uma maneira de os jovens se sensibilizarem sobre a importância de prevenir uma gravidez indesejada e doenças sexualmente transmissíveis, como a aids. Os adolescentes que se arriscam a ter um filho sem planejamento ou a contrair doenças graves geralmente não conseguem perceber que cuidar de si mesmo é o melhor jeito de evitar perdas no futuro.
Download.Ilustração: Carole Henaff
Download
Ilustração: Carole Henaff
Em 1999, 27% dos partos realizados na Santa Casa de Ourinhos (SP) foram de mães adolescentes. No ano seguinte, a Fundação para o Desenvolvimento da Educação iniciou o programa Prevenção Também se Ensina. Em 2005, a incidência de gravidez entre menores de 16 anos caiu quase à metade, baixando para17% os partos de mães adolescentes. A Escola Estadual Ari Correa é uma das que participam da capacitação. O professor de Ciências Ademar Francisco da Silva faz dinâmicas para debater os problemas de uma gravidez indesejada e as doenças causadas pelo sexo sem preservativos. Ele também leva para as salas de 7a e 8a séries camisinhas masculinas e femininas, cartelas de pílulas, pílulas do dia seguinte e DIU. Tudo para ensinar os jovens a usá-los corretamente.
Dinâmica do farol feita por Ademar, de Ourinhos, para debater gravidez precoce com alunos de 7ª e 8ª séries: o que é perigoso, o que merece atenção e o que é permitido

Na escola
■ Abra espaço para que todos pensem no futuro e projetem sua vida para daqui a cinco ou dez anos.

■ Fale sobre métodos contraceptivos e como devem ser usados. Destaque a importância de prevenir a gravidez e as doenças sexualmente transmissíveis.

■ Caso uma adolescente engravide, acolha-a para que ela não abandone a escola.

■ Oriente a aluna grávida a procurar o serviço de saúde e mostre a importância dos exames pré-natais. E lembre que, durante a licença-maternidade, ela tem o direito de fazer as provas em casa.

Em casa

■ Conversar é sempre o melhor jeito de explicar a seu filho a importância de ser bem informado em questões de sexualidade.

■ Admitir a sexualidade do filho e saber que ele está pensando em sexo já é um bom caminho. Negar isso é fechar as portas para o diálogo.

■ Acolha sua filha se ela engravidar. Certamente ela vai ter muito mais dificuldades de lidar com um bebê sem o seu apoio
Download.Ilustração: Carole Henaff
Será que ele é igual a mim?

Quando pequenos, meninos e meninas começam a descobrir as características do próprio corpo. Por que os garotos têm "pipi" e as meninas, "xoxota"? E eles investigam mesmo. O coordenador pedagógico Marcelo Cunha Bueno, da Escola Estilo de Aprender, em São Paulo, afirma que a curiosidade é tanta que os pequenos se escondem debaixo das mesas ou procuram respostas ali mesmo, no meio da sala de aula. Uma vez ele viu dois garotos de 4 anos com as calças abaixadas conferindo se ambos tinham "pipi". Ele pediu que os dois se vestissem e fossem brincar no pátio. E explicou que é legal querer conhecer o corpo do outro, mas que aquela era hora de estudar. Por volta dos 2 ou 3 anos, depois que a criança já aprendeu a andar e a falar, a curiosidade (inclusive a sexual) vem à tona. É normal que, além de ver, ela queira tocar. Essa brincadeira não traz nenhum prejuízo físico ou psicológico. Não há erotização nesse contato e ele não deve ser interpretado como desvio de comportamento. 

Na escola

■ A conversa sobre o que pode e o que não pode ser feito em público é sempre bem-vinda. 

■ Mostre figuras ou modelos do corpo humano e apresente o nome correto dos órgãos sexuais. 

Em casa

■ Se você não se incomodar em ver seu filho e outra criança da mesma idade nessa situação, deixe-os esgotarem a curiosidade. Logo eles partirão para outra brincadeira. 

■ Se não concordar, diga a eles que isso o incomoda e explique por quê.

A apresentadora está na revista 'Gloss' de junho. Foto: Divulgação
Aos 30 anos, Sabrina Sato revela à revista Gloss de maio que amadureceu em relação aos assuntos do coração. Quando era adolescente, ela achava que nunca acharia um amor. "Às vezes, eu pensava que iria morrer virgem. Demorei a entender que amar não era sofrer", disse.
Mais experiente, a japa não sofre a neura que atinge milhares de mulheres que tem medo de não encontrar a pessoar certa. "Não tenho essa paranoia de mulheres de 30 anos, esse desespero para casar e ter filhos", afirmou.
A apresentadora conta ainda que de "burrinha" não tem nada. "Quando as pessoas descobrem que não sou burra é como se tivessem descoberto o Brasil. Só porque não fico dando opinião sobre tudo, acham que não sou inteligente", opinou
Wesley mostra sua revista autografada. A mensagem diz: 'para o meu amor. Te amo!'. Foto: Orlando Oliveira/AgNews
Wesley mostra sua revista autografada. A mensagem diz: 'para o meu amor. Te amo!'

A ex-BBB Maria estampa a capa de maio da Corpo a Corpo. Nessa quinta (5), a dona do prêmio de R$ 1,5 milhão recebeu o namorado, Wesley, e ex-colegas de confinamento para celebrar o lançamento da publicação, em São Paulo.
Sorridente, Maria surgiu com um vestido rosa, acompanhada de Wesley, para quem fez questão de autografar um exemplar. Apaixonados, os dois trocaram beijos. Daniel e Cristiano